TERAPIA COGNITIVA
Terapia Cognitiva
Terapia Cognitiva
Psicóloga graduada e pós-graduada pela USP em Terapia Comportamental e Cognitiva

18 anos de experiência clínica

Whatsapp (11)97603-0149 Celular (15)98820-1771 kelenpizol@hotmail.com

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Sobre a Terapia Cognitiva

SOBRE A TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL - TCC

Por que a terapia cognitiva se tornou tão valorizada e indicada pelos profissionais de saúde?

Efetividade

É a psicoterapia mais extensamente pesquisada. Milhares de estudos demonstram sua efetividade no tratamento de problemas psicológicos e muitos transtornos psiquiátricos.

Acolhimento

Ela é centrada na pessoa e envolve a empatia da terapeuta com o cliente. Você vai se sentir à vontade para falar o que quiser e se abrir.

Colaborativa

Juntos terapeuta e cliente buscam os pensamentos e crenças que estão por trás das dificuldades, para corrigir e modificar pensamentos e comportamentos.

Direcionada e Prática

Ela é focalizada. Há três componentes principais: educação, construção de habilidades e resolução de problemas. Muitas vezes é pedido uma "lição de casa", seja manter um diário de pensamentos ou fazer determinadas coisas com vistas a melhorar aquele ponto.

SOBRE A PSICÓLOGA

Kelen de Bernardi Pizol - CRP06/56212-8

Graduada como Psicóloga e como Bacharel em Psicologia pela USP (1994-1998). Pós-graduada em Terapia Comportamental e Cognitiva: Teoria e Aplicação, pela USP. Especializada em Orientação Profissional e de Carreira pelo Serviço de Orientação Profissional da USP. Realizou aprimoramento no Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho da USP. Atuou como psicóloga colaboradora no AMBAN (Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FM-USP), atendendo grupos de pacientes com transtornos de ansiedade. Atua também como Life Coach /Personal Coach e Coach Profissional

Conheça meu trabalho

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TEXTOS

Leia abaixo sobre Ansiedade, Síndrome do pânico, Depressão, Fobia Específica, Fobia Social, Ciúmes, Autoestima e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

ansiedade

Ansiedade: quando procurar ajuda psicológica

Ansiedade e tratamento

É comum em determinadas situações cotidianas as pessoas sentirem um certo grau de ansiedade.

No dia-a-dia, todos nós enfrentamos problemas que podem nos deixar tensos e ansiosos. A ansiedade normal é necessária, pois nos deixa alerta para enfrentar as dificuldades e os perigos. Ela diz respeito a um estado de prontidão, que é uma força propulsora que nos ajuda a tomar decisões e a agir.

Quando a ansiedade toma maiores proporções, tornando-se prolongada e profunda, um estado quase constante de preocupação ou medo ou tensão, prejudicando o desempenho e/ou trazendo grande sofrimento, a psicoterapia é indicada.

A ansiedade excessiva, além de angústia, pode produzir também problemas físicos. Dores de cabeça, náuseas, dores no corpo, problemas de estômago podem ser causados por ansiedade.

A terapia cognitiva comportamental procura tratar a ansiedade ajudando a pessoa a identificar, avaliar e modificar este modo de funcionamento, os julgamentos de perigo, controle, e outros, e os comportamentos que podem estar mantendo-os.

Panico

Diferença entre Ataque de Pânico e Síndrome do Pânico

Como distinguir?

Ter ataques de pânico isolados não significa que você tem síndrome do pânico, ou como agora é chamado, transtorno do pânico. Para se dizer que alguém tem transtorno do pânico, é necessário preencher certos critérios diagnósticos. Veja abaixo a diferença:

Ataque de Pânico: é um período distinto de intenso temor ou desconforto, no qual 4 ou mais dos seguintes sintomas desenvolveram-se abruptamente e alcançaram um pico em 10 minutos: - palpitações ou ritmo cardíaco acelerado -sudorese -tremores ou abalos -sensações de falta de ar ou sufocamento - sensações de asfixia - dor ou desconforto torácico - náusea ou desconforto abdominal - sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio - desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (estar distanciado de si mesmo) - medo de perder o controle ou enlouquecer - medo de morrer - anestesia ou sensações de formigamento - calafrios ou ondas de calor

O transtorno do pânico, antigamente chamado de síndrome do pânico, é um transtorno cuja característica principal são pelo menos dois ataques de pânico recorrentes e inesperados seguidos por pelo menos 1 mês de preocupação persistente acerca de ter um outro ataque de pânico, preocupação sobre as possíveis implicações ou conseqüências dos ataques de pânico, ou uma alteração comportamental significativa relacionada aos ataques.           Os ataques não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p.e., intoxicação com cafeína) ou de uma condição médica geral (p.e., hipertiroidismo), e não são melhores explicados por um outro transtorno mental (p.e., fobia específica). Dependendo se há ou não agorafobia, é classificado como Transtorno de pânico com agorafobia ou Transtorno de pânico sem agorafobia.

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Tratamentos da Síndrome do Pânico

quais os tratamentos mais indicados

O transtorno do pânico pode ser tratado através de terapia cognitiva comportamental, ou com medicamentos antidepressivos, por exemplo. Os dados científicos sobre a eficácia de cada um destes tratamentos mostram índices de melhora parecidos, em estudos de curto prazo. Fazer os dois tratamentos concomitantemente é uma opção bastante válida e tem sido apontada como a melhor, pela sua sinergia.

O tratamento com terapia cognitiva comportamental focaliza-se principalmente na correção de pensamentos sobre os sintomas de ansiedade e na aprendizagem de como lidar com estes sintomas, de modo a não chegar a ter o ataque de pânico. Ou seja, a pessoa aprende a controlar a ocorrência dos ataques, diminuindo assim sua freqüência. Quando há agorafobia, técnicas comportamentais específicas também entram em cena. É comum a pessoa apresentar outros transtornos ansiosos (como fobias ou transtorno obsessivo compulsivo, por exemplo) ou depressão junto com o transtorno do pânico, e a psicoterapia também é importante nestes casos.

Há pessoas que preferem fazer somente o tratamento psicológico, já que ele também costuma ser eficaz, porque o tratamento farmacológico pode ter efeitos colaterais, que podem levar ao abandono do uso da medicação.

longoprazo

Longo Prazo

O que esperar após o tratamento

O transtorno do pânico é uma doença psiquiátrica crônica. Isto significa que mesmo após um tratamento bem sucedido, os ataques de pânico podem voltar. Então, deve haver um seguimento do tratamento, mesmo depois que a pessoa melhorou e não apresenta mais ataques.

O tratamento a curto prazo, tanto com terapia cognitiva comportamental quanto com medicação (principalmente os dois juntos) costuma ser eficaz. Mas com o passar do tempo o índice de recaída é alto, ou seja, muitos pacientes voltam a ter ataques de pânico.

Por que isto acontece? Existem várias razões, ligadas tanto ao paciente quanto ao tratamento, que podem estar envolvidas, tais como a pessoa ter outros transtornos psiquiátricos ou doenças, passar por situações estressantes, alguns fatores psicológicos não terem sido tratados (como a sensibilidade à ansiedade, por exemplo), a dose, duração e os efeitos colaterais dos antidepressivos ministrados, entre outras causas.

O acompanhamento a longo prazo do paciente é importante para se tentar evitar recaídas. Diante da perspectiva de não ter um tratamento com começo-meio-e-fim, muitos pacientes podem ficar decepcionados e frustrados, mas conhecer o curso da doença e saber que não se deve largar o tratamento quando se está bem, é meio caminho andado para não se perder os avanços feitos até então e manter a qualidade de vida.

Depois que a pessoa melhorou,  as sessões de psicoterapia com o psicólogo passam a ser mais espaçadas e sempre que o paciente necessitar, sentir que está mais ansioso ou ter algum ataque, ele pode e deve procurar seu psicólogo, marcando sessões extras até que a situação se equilibre novamente. Deve também comparecer sempre às sessões  de seguimento, para que o psicólogo possar avaliar como ele está indo, se há necessidade de novas intervenções e quando deverá voltar. Isto vale também para o tratamento farmacológico com o psiquiatra.

Depressão

Depressão

Tratamento psicológico da depressão

São inúmeros os fatores que podem estar ligados ao início e à evolução da depressão. Pode haver influência de fatores psicológicos, da história de vida, da herança familiar e de variáveis biológicas.

Há diferentes tipos de depressão e diferentes causas para ela. Nem sempre a depressão é causada por um acontecimento ruim na vida da pessoa. Muitas pessoas, quando olham para trás, percebem que desde cedo já viam a vida cinzenta, sentiam-se desanimadas e tristes.

O acompanhamento psicológico leva em conta estas diferenças, mas em todos os casos tem como objetivo modificar os pensametos negativos, aumentar a auto-estima, modificar comportamentos e melhorar a qualidade de vida. Quanto mais deprimida uma pessoa está, mais ela tem pensamentos depressivos e mais ela acredita nestes pensamentos. E quanto mais pensamentos depressivos ela tem, mais ela acredita nestes pensamentos e mais deprimida ela fica. O psicólogo vai tentar auxiliar o paciente a quebrar este círculo vicioso.

No caso de um evento ser o estopim do processo depressivo, o modelo psicológico cognitivo sugere o seguinte: incidentes críticos na vida da pessoa podem ativar crenças disfuncionais e rígidas que ela criou ao longo de sua vida, através de suas experiências anteriores. Os pensamentos negativos invadem sua mente, sejam resultado de sua experiência atual, de lembranças de fatos do passado ou de previsões de eventos futuros e levam a outros sintomas depressivos, em vários níveis: emocional (p.e., tristeza, culpa, ansiedade), físico (p.e., perda de sono, perda de apetite), comportamental (p.e., retraimento, agressividade, diminuição da atividade), motivacional (p.e., inércia, perda de interresse) e cognitivo (p.e., diminuição da concentração, indecisão). Os pensamentos negativos vão cada vez mais aumentando em número e tamanho e tomando o lugar dos pensamentos racionais.

Nas sessões, procura-se modificar os pensamentos negativos que levam aos sintomas da depressão, além de modificar comportamentos e auxiliar a pessoa a desenvolver habilidades para a resolução de problemas.

Ajuda

Ajuda para Depressão

Como saber se você está deprimido?

A pessoa deprimida sente-se triste,muitas vezes chorosa. Ela fica mais irritada do que o normal, sentindo-se tensa, ansiosa. Tem pouca energia para realizar até mesmo as tarefas normais do dia-a-dia e precisa realizar um grande esforço para fazê-las. Não sente mais prazer em atividades que traziam prazer anteriormente, o interesse por essas atividades já não é mais o mesmo. É difícil levantar da cama ao acordar e dar continuidade às coisas. O deprimido pode passar horas deitado na cama ou sentado em um sofá.

As dificuldades parecem intransponíveis, imensas. O modo como o deprimido se sente também é fonte de preocupação para ele. Ele perde a esperança e pensa que nunca mais sairá deste estado em que se encontra. Parece que não há saída. Os pensamentos negativos tomam conta de si e pensamentos de morte são comuns. Pode haver desejo de morrer e de suicídio.

A pessoa deprimida sente-se frequentemente culpada. Ela acredita que é fonte de decepção para outras pessoas. Também pode sentir que não é querida ou amada pelos outros. Em determinados momentos, pode sentir um torpor emocional, perdendo a capacidade de reagir emocionalmente tanto às coisas boas quanto às ruins. Ela tem dificuldade de concentração e por isso lembra menos das coisas. Tem alterações do sono (algumas pessoas dormemm demais e em outras têm dificuldade para dormir). O apetite pode diminuir e o desejo sexual desaparecer. Nem todos estes sintomas precisam apresentar-se juntos, ao mesmo tempo, para se estar deprimido.

Procurar ajuda é importante!

A família ou amigos também devem encaminhar quem está deprimido a um profissional, pois devido à pouca energia e esperança característica deste estado, muitas vezes é difícil ao deprimido até mesmo pedir ajuda.

fobia

Fobia específica

O que é e como é o tratamento psicológico

É o medo acentuado e persistente ou irracional de objetos ou situações discerníveis e circunscritos.           A exposição ao estímulo fóbico provoca uma resposta de ansiedade, que pode chegar à intensidade de um ataque de pânico. O medo é reconhecido como excessivo ou irracional, se não for sentido por uma criança.           Os objetos ou situações são evitados, e a esquiva, medo ou antecipação ansiosa do encontro com estes objetos ou situações interferem significativamente na vida da pessoa, prejudicando o desempenho ou a vida social ou causando grande sofrimento.           O foco do medo pode ser a perda do controle (lugares fechados), a previsão de um dano causado pelo objeto ou situação (aviões, pelo medo da queda; dirigir, pelo medo de colisões) ou desmaiar (sangue e ferimentos). Subtipos: animal (medo causado por animais ou insetos), ambiente natural (circunstâncias naturais, como tempestades, altura ou água), sangue-infeção-ferimento (visão de sangue e ferimentos, receber injeções ou submeter-se a cirurgias levam ao medo e também à uma resposta física característica), situacional (medo de túneis, pontes, lugares fechados, aviões ou de dirigir), medo de doenças, de espaços abertos, de engasgar, vomitar ou de situações que poderiam levar à asfixia.

fobiasocial

Fobia Social

O que é e tratamento

É o medo acentuado e persistente de situações sociais ou de desempenho nas quais o constrangimento pode ocorrer. A exposição a essas situações provoca quase sempre uma resposta imediata de ansiedade. O medo geralmente é reconhecido como exagerado ou irracional.

         

As situações sociais ou de desempenho são evitadas ou toleradas com sofrimento excessivo. A esquiva ou desconforto interferem significantemente na rotina diária de trabalho, social ou causam muito sofrimento.

         

As situações que desencadeiam ansiedade mais comuns são: falar em público, comer, beber e escrever diante das pessoas, conversar com as pessoas, ir a festas ou reuniões, ambientes em que estejam outras pessoas (transportes coletivos, clubes, escolas, lojas), falar ao telefone, situações de paquera ou ansiedade de encontros.

A terapia cognitiva focaliza em diminuir a preocupação excessiva sobe a opinião dos outros, em diminuir o auto-monitoramento excessivo da pessoa em situações sociais, para diminuir as sensações físicas que surgem dessa preocupação, como suar ou ruborizar. Durante a terapia são trabalhas as situações sociais evitadas, a exposição e fim dessa evitação e o treino de habilidades sociais.

Ciumes

Ciúmes normal e excessivo

Tratamento psicológico

    Algum nível de ciúmes é necessário em  todo relacionamento. Todos nós, alguma vez, já o sentimos.  As pessoas costumam dizer que o ciúmes é o tempero do amor, aquela pitada que o incrementa, mostrando que o interesse mútuo permanece aceso. A presença de ciúmes é saudável nas relações amorosas. O ciúmes serve como um sensor, uma medida da segurança que se sente na relação. Sua ausência, tanto quanto seu excesso, pode prejudicar o relacionamento. No caso do ciúmes normal, a honestidade e o reasseguramento do companheiro são importantes.      Muitas vezes reações de ciúmes são esperadas, por exemplo na descoberta de uma infidelidade.      Quando não há intimidade suficiente no relacionamento, o ciúmes também pode se intensificar, pois o companheiro tenta desesperadamente se orientar em uma estrada onde a sinalização não é clara e por isto testa o relacionamento constantemente.      Quando o ciúmes se torna excessivo, ao invés de fazer bem ao relacionamento, acaba tendo o efeito oposto, muitas vezes afastando o companheiro. Na ânsia de não perder a pessoa amada, o ciumento cerceia seus passos e sua liberdade de tal modo, invadindo seu espaço pessoal e sua privacidade, ferindo seus sentimentos com acusações infundadas, que afrouxa os laços que os uniam. O controle que o ciumento tenta impingir aos seu parceiro vai "sufocando" a vítima do ciúmes, que se afasta cada vez mais para poder "respirar". Seus atos, suas amizades, seu trabalho, seus pensamentos, suas fantasias e lembranças, tudo parece ameaçar a segurança do ciumento. O ciúmes doentio faz com que sua vítima se sinta cada vez mais ressentida com a falta de confiança do companheiro em seu comprometimento para com ele.      De modo geral, o ciúmes muito intenso é sinal de dificuldades emocionais.     A desvalorização de si mesmo, a baixa estima, é uma das causas importantes do ciúmes intenso. Pessoas seguras de si, de seu valor, costumam lidar bem com seus sentimentos de ciúmes, não se deixando levar por eles e até fazendo com que revertam em proveito do próprio relacionamento. A segurança contra a competição é a grande arma destas pessoas. O medo da intimidade também pode ser uma das causas do ciúmes em demasia, que é utilizado neste caso para distanciar o parceiro. Outro fator que pode levar à desconfiança e ao ciúmes descontrolado é a mudança no comportamento do parceiro, que pode ser interpretada pelo companheiro como sinal de que pode estar havendo ou haver maior oportunidade de traição. A diminuição da frequência sexual de um dos companheiros pode ser uma destas mudanças. O aumento do rol de interesses e interações sociais de um parceiro que "parecia sobre controle", também. Um fator importante em todos os casos de ciúmes demasiado é a prevalência da fantasia em detrimento da realidade, que alimenta esta emoção. Pensamentos e/ou imagens distorcidos aumentam o ciúmes, o que leva a novos pensamentos e/ou imagens distorcidos, em um círculo vicioso.    O ciumento excessivo, muitas vezes, deve "perder o medo de perder, para não perder". Manter um equilíbrio entre o medo de perder o parceiro e as evidências reais de perigo de abandono é essencial para o ciúmes sadio.    A ajuda psicológica é indicada se há ciúmes excessivo.      Quando houve infidelidade(s) no relacionamento, há sempre um processo para o esquecimento, ficando o casal junto ou não. Se se decide por manter a relação, até que o membro traído recupere sua confiança no parceiro, um nível maior de ciúmes deve ser esperado. Mas se o ciúmes mantém-se intensificado, prejudicando o processo de esquecimento ou até mesmo bloqueando este processo (não cedendo com o envolvimento do parceiro em melhorar o relacionamento, demonstrando arrependimento pelo acontecido e com o reasseguramento deste no correr do tempo), é indicada psicoterapia para o parceiro magoado. A terapia de casal, mesmo quando o ciúmes não chega neste ponto, também pode ajudar bastante o casal a superar os estragos que são causados por uma infidelidade.

Inseguranca

Ciúmes, Insegurança e Tratamento

Quando a terapia pode ajudar

"Pelo amor de Deus, eu preciso de uma ajuda urgente,  meu relacionamento esta indo água abaixo por ciúmes meu, não sei o que fazer, ela não me dá motivo, mas também não consigo me controlar, e isso é péssimo para mim e para ela, todos os meus relacionamentos não deram certo por esse motivo." "Sou um ciumento doentio e possessivo e tenho tido sérios problemas em meu relacionamento, esses problemas estão chegando a ponto de interferirem no meu trabalho e na minha saúde." "Namoro faz cinco anos e eu sou ciumenta aos extremo, e assim acabo afastando meu  namorado de mim. E sem motivo nenhum, eu sou muito desconfiada. Ou seja, estou sempre achando que ele vai arranjar outra pessoa, e que alguém vai se interessar por ele. Eu gostaria de saber, o que posso fazer para mudar isso??" "Gostaria de saber se a Dra. pode orientar , pois sou completamente ciumenta, é claro tenho controle, mas preciso ter técnicas para deixar de amar tanto... Infelizmente esse meu ciúme está fazendo com que o meu noivado acabe..."     Essas são algumas das frases freqüentes de pessoas que me procuram pedindo orientação sobre como lidar com seu ciúmes. Elas estão desesperadas, vendo seus relacionamentos ruírem aos poucos frente aos seus olhos por causa do seu ciúme. Dizem que sabem que devem se controlar, mas na hora não conseguem, é mais forte do que elas. Já tentaram mudar, mas não conseguiram. Gostariam de ter uma resposta certa para como sair dessa situação onde elas mesmas acabaram se pondo, um caminho a seguir para salvar seu namoro, noivado ou casamento, algo que pudesse modificar essas dificuldades e as mágoas que foram se formando pouco a pouco, levadas por esse ciúmes.     O que procuro mostrar para essas pessoas é que não existe uma resposta rápida nem fácil para essa situação, não há uma fórmula ou conselhos poderosos que as possam, de imediato, fazer deixar de sentir o que sentem e se comportar de modo diferente nas situações que as deixam inseguras.     As causas do ciúmes são várias e também e por isso vários os modos de se lidar com ele.  O ciúmes pode ser normal, pode ser excessivo mas dentro da normalidade, pode ser patológico. Há várias definições para o ciúme, onde são comum três elementos: 1) ser uma reação frente a uma ameaça percebida; 2) haver um rival real ou imaginário e; 3) essa reação visar eliminar os riscos da perda do amor. Segundo especialistas, o ciúme normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais e o ciúmes patológico seria uma preocupação infundada, irracional e descontextualizada.     Mas independente de quanto intenso é o seu ciúmes ou onde ele se encaixa diagnosticamente, há alguns pontos importantes que podem guiá-lo para decidir se é necessário ajuda. Esses pontos são os seguintes. Se: a) seu ciúmes está fazendo você ou seu parceiro sofrer; b) seu relacionamento está sendo prejudicado pelo ciúmes; c) você tentou lidar com isso outras vezes, mas não obteve êxito; fazer psicoterapia é um caminho indicado. Quando a questão do ciúmes está mesmo fora de controle, prejudicando seu relacionamento e trazendo sofrimento, ter uma ajuda especializada é importante, seja para melhorar a qualidade de suas relações, seja para não deixar que essa emoção afete tanto sua vida e tenha tantas repercussões negativas. Existem dois caminhos para cuidar do ciúmes: a psicoterapia individual e a terapia de casais.      Na psicoterapia serão trabalhadas muitas questões, como a insegurança, as fantasias, o controle, as crenças sobre si, sobre o relacionamento, as expectativas sobre ele, e por aí vai. Além disso, há técnicas específicas que o psicólogo usa com a pessoa ou com o casal, visando melhorar o ciúmes e o relacionamento em geral.      Às vezes, apesar de as coisas estarem difíceis, de haver todos esses componentes, mesmo assim há uma certa relutância em se procurar uma ajuda mais aprofundada. Até porque atualmente nossas emoções são deixadas tão de lado, admitir a necessidade de ajuda pode significar para alguns admitir algum tipo de fraqueza ou imaturidade, o que não é absolutamente verdade, ao contrário, para se admitir que se precisa de ajuda é necessário uma boa dose de coragem.      Se o seu caso não se encaixa nos pontos acima, mas você está meio preocupado com seu ciúmes, com até que ponto ele pode prejudicar sua relação, procure lembrar que o ciúmes é uma emoção normal, que faz parte do repertório de todos os seres humanos e tem a função adaptativa de nos deixar alertas para a possibilidade de perda da exclusividade e da afeição de nosso parceiro. O amor romântico (aquele que acontece entre homem e mulher) tem o apego em suas raízes e a total abnegação em termos de prioridade e exclusividade, numa relação amorosa, é um tanto utópica. Vale lembrar que o ciúmes também é uma emoção valorizada no amor, por mostrar ao outro que nos importamos com perdê-lo e em tê-lo conosco e que o achamos atrativo para nós e para os possíveis rivais. Então, não devemos rejeitar o nosso lado ciumento, pois seus frutos também podem fortificar e melhorar nossa relação amorosa ou pelo menos dar um sabor especial à ela. 

Longo Prazo

Autoestima

O que é e como melhorar

O conceito que se tem de si mesmo é primordial para se viver bem e ser feliz. A imagem que todos nós formamos de nós mesmos, através de nosso desenvolvimento e de nossa história de vida, nos diz quem nós somos, o que podemos esperar dos outros e de nós, até mesmo o que achamos que merecemos ter e ser. Dependendo de como construímos a matriz de nossa imagem pessoal é que veremos a nós mesmos e aos outros. É através desta lente que veremos o mundo e a partir disso que agiremos. Acontecimentos podem modificar essa imagem, “rachando” a lente original ou tornando-a ainda mais escura.

Quem tem a estima baixa está sujeito a vários problemas psicológicos, tais como depressão ou ansiedade, pois seu modo de ver o mundo e conseqüentemente de se comportar o faz se sentir infeliz ou inseguro e preocupado e o deixa mais propenso a cair nas armadilhas da vida. No campo amoroso, o indivíduo pode, por exemplo, entregar-se a relacionamentos que o machucam ou que não têm a oferecer o que ele quer de fato, por um pouco de atenção. Também pode se tornar ciumento em demasia, por exemplo por acreditar que o ser amado poderá encontrar alguém que considere melhor do que ele.

Na vida pessoal ou profissional, a pessoa com baixa estima pode deixar boas oportunidades passarem, por não se achar bom o suficiente para ocupar aquela posição ou lutar por aquilo, por exemplo. Pode deixar de cuidar do seu corpo como cuidava anteriormente e isso torna-se um círculo vicioso que parece a ele não ter saída.

O dó de si mesmo é comum em quem tem baixa auto-estima, assim como o medo de não conseguir ou de perder o desejado. A pessoa considera-se vítima das circunstâncias, dos maus relacionamentos, da “falta de sorte”. Patamares elevados de perfeição podem rondar sua fantasia, pondo-se como uma barreira à realização de desejos que se tornam inatingíveis vistos desta ótica. O outro pode ser visto como sempre melhor, mais desejável, mais competente, mais provável de amor do que ele.

Pessoas com um bom conceito de si olham a vida de frente, confiam em si mesmas para conseguir as coisas que almejam e para superar as dificuldades que possam surgir. Quem tem auto-estima positiva sabe que mesmo se tudo der errado, mesmo que os problemas tenham sido o resultado de um ato próprio, ele tem valor e pode investir em si mesmo para que tudo melhore. A valorização de si mesmo é um processo que se constrói no dia-a-dia e que pode ser ajudado através do auto-conhecimento. Quem se conhece, sabe da riqueza que existe em seu mundo interior, sabe dos recursos de que pode lançar mão nos momentos bons e ruins, confia mais em si mesmo.

Para conhecer-se melhor o indivíduo deve olhar para seu interior, entrar em contato com ele e questioná-lo. Um modo de conhecer melhor a si mesmo, ter mais consciência de si e de seu mundo interior é fazer psicoterapia. A psicoterapia objetiva este contato consigo mesmo e com a riqueza que se carrega, nela pode ser feito um questionamento e redimensionamento do viver.

Depressão

Transtorno Obsessivo Compulsivo

O que é toc e o tratamento com tcc

          Este transtorno se caracteriza principalmente por obsessões e compulsões persistentes que fazem com que a pessoa perca tempo, sofra ou tenha sua vida prejudicada por elas. Pelo menos em algum período do transtorno a pessoa reconhece que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais (menos se for uma criança ou alguém com insight pobre).

          Obsessões: são idéias, pensamentos, impulsos ou imagens mentais persistentes vivenciadas como intrusivas e que causam ansiedade. Seu conteúdo é indesejado, mas a pessoa não tem controle sobre ele, apesar de reconhecer que são os seus próprios pensamentos. Não há relação com preocupações com dificuldades reais, como problemas financeiros, profissionais e afetivos. Exemplos comuns: pensamentos repetidos sobre contaminação, dúvidas repetidas, necessidade de organizar as coisas em determinada ordem, impulsos agressivos e imagens sexuais.

          Compulsões ou rituais: são comportamentos repetitivos ou atos mentais que têm o objetivo de reduzir a ansiedade gerada pela obsessão. Por exemplo, a pessoa acha que está contaminada pela sujeira (obsessão) e para aliviar a ansiedade que isto lhe causa, lava as mãos várias vezes por dia para limpá-las (compulsão). As formas mais comuns de compulsões são limpeza, repetição, verificação, coleção, ordem e simetria.

A terapia cognitiva comportamental ensina a pessoa com TOC que não são os pensamentos que são o problema, é como a pessoa responde a eles e o que a pessoa faz com esses pensamentos.

As pesquisas mostram que 75% das pessoas com toc são significantemente ajudadas com a tcc, que não tem riscos ou efeitos colaterais associados a ela.

Em muitos casos a pessoa pode fazer somente a terapia cognitiva, em outros o mais indicado é a combinação da tcc com medicação.

ATENDIMENTO PSICOLÓGICO

Para que tipo de dificuldades você pode ter ajuda?

Rejeição, Divórcio, Problemas de Relacionamento, Procrastinação, Estresse no Trabalho, Família ou Estudos, Organização da sua Vida, Fobia de filas, Transições de Vida, Trauma, Luto, Depressão, Perda, Culpa, Vergonha, Imagem Corporal, Fobia de avião, Fobia de túneis, Fobia social, Fobia de elevador, Tricotilomania, Medo de comer fora de casa, Medo de Comer em público, Traçar objetivos e alcançar metas, Administração de tempo, Agorafobia, Falta de prioridade, Não saber dizer não, Dificuldade em administrar dinheiro, Medo de escrever em público, Problemas com limites, Distúrbio alimentar seletivo, Ciúmes, etc. Cada sessão tem 50 minutos e pode ser feita 1 ou mais vezes por semana.

Problemas de Relacionamento nas Amizades, Namoro ou Casamento, Família ou Trabalho
Dificuldades no Trabalho
Traçar Objetivos e Metas
Dúvidas, dificuldades de escolha, incertezas
Dificuldades em pôr limites
Não saber dizer não
Dormir menos do que deveria
Procrastinação, deixar para depois
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SERVIÇOS

Vej qual serviço vem de encontro às suas necessidades

  • Terapia de Casal
  • 50 minutos Duração da sessão
  • Presencial
  • Consultório Em Sorocaba
  • Tipo de sessões A maior parte com o casal juntos; sessões individuais quando o caso exigir. A sessão inicial pode ser feita com o casal ou com um dos membros do casal individualmente. Após a sessão inicial com o casal pode ser necessário uma sessão com cada membro do casal, para melhor entendimento do caso, e depois se iniciam as sessões conjuntas.
  • Consulte valor

    semanal, quinzenal ou isolada
  • Psicoterapia Individual, Orientação de Carreira, Orientação Profissional
  • 50minutos Duração da sessão
  • Presencial
  • Consultório Em Sorocaba
  • Tipo de sessões A maioria com o cliente. Se o caso exigir, podem ser feitas algumas sessões, para avaliação ou orientação, com membros da família. Para menores de idade é necessário sessão com pelo menos 1 dos pais para levantamento do caso e permissão e também na sessão devolutiva.
  • Consulte valor

    semanal, quinzenal ou isolada
  • Atendimento Psicológico Online Individual, Atendimento Psicológico Online de Casal, Orientação de Carreira Online
  • 50minutos Duração da sessão
  • Online Feita por Skype com Voz e Vídeo
  • De qualquer lugar do Mundo Por computador, notebook, tablet ou celular
  • Online Feita por Skype com Voz e Vídeo
  • Consulte valor

    semanal, quinzenal ou isolada

CONTATO

Jardim Santa Rosália, Sorocaba, SP (próximo ao Shopping Villagio)

Telefone: +55 15 98820-1771 ou whatsapp+55 11 97603-0149

Email: kelenpizol@hotmail.com

psicóloga Kelen de Bernardi Pizol

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